Xênia França

Xênia França

Cantora

XeniaMini-Bio Xênia Eric Estrela França começou sua carreira na cena paulistana em 2007 cantando sambas e sambas-rock no extinto grupo Capadoxe. Cantou Bossas com o Grupo de Choro Seis Sextos em 2008 e um ano depois foi convidada pelo Rapper Emicida para gravar “Volúpia” na mix tape “Sua Mina Ouve meu Rap Também” e mais tarde gravou “Isso não pode se perder”  na Mix Tape “Emicidio”. Dividiu os vocais com o cantor e compositor Simoninha no Acadêmicos do Baixo Augusta no Studio SP no Carnaval de 2010. No mesmo ano produziu e gravou 3 canções, uma em parceria com o Compositor Daniel Mã e outra com o compositor e músico baiano Eric Mazzone. Também integra os Vocais da Banda Mr. Chocolate. Começou o ano de 2011 dividindo o palco do Festival Black na Cena com Rapper Slim Rimografia e depois gravou o programa de Rap “Manos e Minas” com o Rapper. Em Abril deste ano foi convidada pelo Músico e Produtor Eduardo Brechó para cantar no núcleo Aláfia que tem mais oito músicos e muita liberdade para suas expressões musicais e artísticas.

Canções Gravadas Volúpia – Sua Mina Ouve Meu Rap Também (Emicida); Isso não Pode se perder – Emicidio (Emicida); O Jeito é Imaginar – Eric Mazzone; Mais de 20 mil palavras – Xênia França/Daniel Mã; Travesseiro pra Janela – Daniel Mã; Ela é Favela – Eduardo Brechó/Jairo Pereira/Lurdez da Luz/Xenia França

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Ela é Favela – Lurdez da Luz e Aláfia

 

COMPOSITORES: Eduardo BrechóLurdez da Luz / Jairo Pereira / Xênia França

MÚSICOS

Lurdez da Luz: voz
Eduardo Brechó: voz e agogô
Xênia França: voz
Marcelo Cabral: baixo acústico
Rafa Barreto: voz e violões
Thiago “Big” Rabellopercussão, programação, coro
Conrado Goys: Guitarra

LETRA

Ela é favela ela é favela ela é favela
Gata na luz elétrica
Segue a milimétrica ética do corre do nosso lar
Vai pelos becos sem guela,
Num dá mole a kojac
E já que tá, melhor é ficar naquela
Se conhece o destaque
De quem bom dia a cavalo dá
Futurista num futrica no buxixo
Cê num acha nada dela
Delícia favela
Cada degrau do escadão
Quem num sobe gela
Céu por cima se aproxima
Favela de fé de ferro de água
De mágoa lago de lágrima
À espera da notícia boa
Sob a benção da garoa
Qualquer pessoa que possa somar
Se pá perdoar doar
Ela é favela a quem quer que doa
Nobre não aristocrática
Mesmo no asfalto é telúrica
Se auto socorre
Córrego carrega tudo que não serve mais
O embaçado é que as vezes volta atrás
Traz à tona
As mixas dos demais deu a cota
Desce sem escolta
Longe de escuta dispensa espreita
Tá esperta
Meio que já sabe onde é que vai acabar
Favela de pó, conta na mão
Tem com quem contar
Confiar demora
Num tem motivo pra num ser assim
Não quer saber de babado e sim do pé do moio
Pra num deixar azedar
Malícia favela
Pode olhar num vem medir encarar
Nem patroa
Ali é cara ou coroa
Preparada pra notícia má
Favela num reclama a toa
Favela
O seu pipa aterrisa no coração
É ela Quem num rouba minha brisa faz furacão
 
Ela é favela ela é favela ela é favela
Ela é favela ela é favela ela é favela