Lurdez da Luz

Lurdez da Luz

MC e Letrista

Foto LurdezMini-Bio Lurdez da Luz é MC desde do ano 2000 e seu rap tem forte influência da música brasileira das dácadas de 60 e 70. Sua lirica é inspirada pelos grandes compositores brasileiros, e também utiliza células rítmicas de seu país. Sua música se fundi aos generos que estão sendo produzidos na atualidade de forma digital nos guetos mundiais chegando a um resultado consistente, de identidade forte e de fato inovador.

Discografia  2003 “Urbália” (Mamelo Sound System); 2005 “Operação: Parcel ou Remixalia” (Mamelo Sound System) ; 2006 “Velha Guarda 22” (Mamelo Sound System); 2006 “Brasil- Waxpoetics” – coletenea com uma faixa do Mamelo Sound System(NuBlu, N.Y); 2006 “Made in Brasil” – coletanea Wordsound (Wordsound, NY) faixa do Mamelo Sound System; 2007 “Na confraria das Sedutoras” (3 na Massa); 2010 “Lurdez da Luz” (Album Solo) ; 2010 “Maquinado” (projeto de Lucio Maia) – Mundialmente Anônimo; 2010 “Na boca dos outros” (Kiko Dinucci) – faixa do Mamelo Sound System

Sites  www.facebook.com/lurdezdaluzwww.twitter.com/lurdezdaluzwww.lurdezdaluz.com

Ela é Favela – Lurdez da Luz e Aláfia

 

COMPOSITORES: Eduardo BrechóLurdez da Luz / Jairo Pereira / Xênia França

MÚSICOS

Lurdez da Luz: voz
Eduardo Brechó: voz e agogô
Xênia França: voz
Marcelo Cabral: baixo acústico
Rafa Barreto: voz e violões
Thiago “Big” Rabellopercussão, programação, coro
Conrado Goys: Guitarra

LETRA

Ela é favela ela é favela ela é favela
Gata na luz elétrica
Segue a milimétrica ética do corre do nosso lar
Vai pelos becos sem guela,
Num dá mole a kojac
E já que tá, melhor é ficar naquela
Se conhece o destaque
De quem bom dia a cavalo dá
Futurista num futrica no buxixo
Cê num acha nada dela
Delícia favela
Cada degrau do escadão
Quem num sobe gela
Céu por cima se aproxima
Favela de fé de ferro de água
De mágoa lago de lágrima
À espera da notícia boa
Sob a benção da garoa
Qualquer pessoa que possa somar
Se pá perdoar doar
Ela é favela a quem quer que doa
Nobre não aristocrática
Mesmo no asfalto é telúrica
Se auto socorre
Córrego carrega tudo que não serve mais
O embaçado é que as vezes volta atrás
Traz à tona
As mixas dos demais deu a cota
Desce sem escolta
Longe de escuta dispensa espreita
Tá esperta
Meio que já sabe onde é que vai acabar
Favela de pó, conta na mão
Tem com quem contar
Confiar demora
Num tem motivo pra num ser assim
Não quer saber de babado e sim do pé do moio
Pra num deixar azedar
Malícia favela
Pode olhar num vem medir encarar
Nem patroa
Ali é cara ou coroa
Preparada pra notícia má
Favela num reclama a toa
Favela
O seu pipa aterrisa no coração
É ela Quem num rouba minha brisa faz furacão
 
Ela é favela ela é favela ela é favela
Ela é favela ela é favela ela é favela